Morrendo de Prazer
Quando aquele desconhecido tocou-lhe no meio das pernas naquele cinemão pornô, Juliano nunca poderia imaginar que aquela provavelmente seria última vez que estaria sentindo seu membro se enrijecer.
O homem ao seu lado tinha cabelos loiros, atrapalhados de maneira cuidadosa. Ao toque de seus dedos sentiu uma barba dura e cerrada e quando se aproximou para mordiscar a ponta das orelhas sentiu o frio do metal daquele alargador em seus lábios. O homem olhou-o com profundidade, aquele azul profundo fitou seu rosto e uma voz mais aguda do que poderia imaginar chegou sussurrando aos seus ouvidos:
- Quer morrer de prazer?
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